Destaques do mercado
1 - O Irã alerta para a destruição total da infraestrutura energética. O Brent subiu US$ 100, para US$ 110,36.
2 - Ouro cai mais de US$ 200, para US$ 4814
3 - O Bitcoin abandona os ganhos recentes, caindo 3,71% para US$ 71,3 mil.
4 - Índices com desempenho misto em todo o mundo. Nikkei subiu 3,0%, mercados de ações dos EUA em queda, liderados por Dow Jones (DJ) -1,63% e Nasdaq -1,46%; mercados europeus em alta, com IBEX +2,4% e DAX +2,2%.
5 - O dólar se valorizou após a decisão do Fed, que manteve a taxa de juros em 3,75%. O USDX subiu 0,76%, chegando a 100,00, o euro caiu 0,63%, perdendo 90 pips, e a libra esterlina recuou 0,66%, perdendo mais de 100 pips.
Atividade diária de preços

Percepções
ÍNDICE USD O Fed manteve as taxas de juros, como esperado, porém o tom agressivo foi suficiente para gerar uma demanda significativa pelo dólar em todos os mercados. O índice recuperou as perdas do início da semana, com os compradores de olho em um possível novo teste acima da marca de 100,00 no fechamento do pregão americano. A resistência está em 100,02 e o suporte em 99,20.
S&P 500 Os vendedores assumiram o controle no início das negociações de futuros, com uma forte queda após a decisão do Fed sobre a taxa de juros (mantendo-a em 3,75%) no final do pregão americano. A tendência de baixa constante, que se mantém desde o início do ano, continua a formar uma série de máximas cada vez menores no gráfico diário. Observe que os vendedores têm encontrado resistência na área de suporte atual desde o início do mês. O nível de 6800 se configura como um número crucial, tendo se estabelecido como um nível relevante de resistência e suporte. Resistência em 6814 e suporte em 6676.
OURO Um dia marcado pela divulgação de dados importantes para o ouro, com vendedores iniciando a liquidação logo no início da sessão asiática, antes de uma forte queda após a decisão do FOMC. O Fed manteve as taxas de juros, com a reação do mercado claramente positiva para o dólar. A tradicional relação inversa se confirmou: dólar em alta, ouro em baixa. Níveis significativos foram rompidos na baixa: após cair abaixo de US$ 5.000, a próxima meta de US$ 4.900 foi atingida, com US$ 4.800 sendo agora o alvo principal, à medida que a sessão americana se aproxima do fim. Com a tendência de baixa ganhando força, os compradores permanecem cautelosos, sem considerar, por ora, a busca por “valorização” ou o status de “porto seguro”. A resistência está em US$ 5.019, com suporte em US$ 4.814.
ÓLEO BRENT Com a guerra no Oriente Médio entrando em sua terceira semana, a precária situação do petróleo não mostra sinais de melhora, com o Irã controlando os estreitos e mantendo as rotas de navegação fechadas. Sem planos claros para um acordo ou resolução por parte de nenhum dos lados, a indecisão e a incerteza aumentam o medo e o risco, fazendo com que os preços continuem subindo. Como esperado, os níveis técnicos são ignorados, com os fatores reais de oferta e demanda impulsionando a movimentação dos preços. (A máxima de 9 de março foi de US$ 119,41). Resistência em US$ 111,73 e suporte em US$ 100,40.
Bitcoin Os vendedores controlaram a atividade desde o início e nunca desistiram da forte pressão de baixa, com os preços se estabilizando na conhecida faixa dos US$ 70 mil. Tecnicamente, observe que o primeiro teste de alta após a retração de Fibonacci de US$ 97,9 mil para US$ 60 mil foi contido na primeira tentativa de venda no nível de 38,2% (US$ 74,4 mil - a máxima de hoje). Enquanto os compradores buscam recuperar o patamar acima de US$ 75 mil, a falta de demanda pela criptomoeda fará com que os vendedores busquem preços abaixo da marca de US$ 70 mil. Mais uma confirmação de que o BTC não é visto como um ativo de refúgio seguro? Resistência em US$ 74,7 mil e suporte em US$ 70,7 mil.
Níveis de pivô FX
